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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

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Empresários se mobilizam e garantem permanência de veto à Lei do AR


Assembleia derrubada AR
Presidente da CDL-CG, Hermas Renan Rodrigues agradeceu aos deputados estaduais por entenderem os prejuízos aos sul-mato-grossenses

 


Os deputados estaduais, após uma reivindicação dos empresários de Campo Grande, colocaram em pauta a votação a manutenção ou derrubada do veto ao PL 133/2017, também chamado de Lei do AR ou “Lei da Inadimplência”. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL-CG) já vinha conversando com os parlamentares, que demonstraram sensibilidade e entenderam os prejuízos aos consumidores de Mato Grosso do Sul.

“Primeiramente, queremos agradecer as demais entidades que defendem os empresários como Associação Comercial de Campo Grande, Fecomércio, e demais por nos unirmos em prol do desenvolvimento da nossa cidade e Estados. E aproveitamos para agradecer aos deputados estaduais que puderam nos atender e entender, com muita sensibilidade, o quão iria ser prejudicial à nossa economia a derrubada do veto do governador. Agradecemos a todos pela compreensão aos varejistas, mas principalmente aos consumidores”, declara Hermas.

Os parlamentares seguiram os ritos normais do expediente e dedicaram atenção à votação do projeto de lei. Votaram por manter o veto os deputados Amarildo Cruz (PT), Antonieta Amorim (PMDB), Coronel David (PSC), Flávio Kayatt (PSDB), George Takimoto (PDT), Grazielle Machado (PR), Herculano Borges (SD), Lídio Lopes (PEN), João Grandão (PT), Mara Caseiro (PSDB), Márcio Fernandes (PMDB), Onevan de Matos (PSDB), Paulo Siufi (PMDB), Pedro Kemp (PT), Paulo Corrêa (PR), Renato Câmara (PMDB) e Zé Teixeira (DEM). Foram 17 votos a 2 contra, apenas os deputados Beto Pereira (PSDB) – autor do projeto – e Rinaldo Modesto (PSDB) votaram pela derrubada.

Lei do AR – O PL 133/2017 previa que pessoas inadimplentes somente seriam cadastradas em órgãos de proteção ao crédito, após envio de Aviso de Recebimento (AR) e rubrica. A medida causaria custas aos consumidores, queda no crédito, elevação de juros no cartão de crédito, e elevar custas com protestos em cartório, e por fim o enfraquecimento da economia, que começa a dar sinais de melhora.

 

Marcelo Varela Nina
Assessoria de Imprensa CDL-CG
E
-mail: assessoriadeimprensa@cdlcg.com.br
Contato: (67) 98185-9733 / 99253-1500

27-09-2017

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